17,25% da população brasileira está completamente vacinada contra covid

Ontem (22/07), o Brasil atingiu a marca de 17,25% da população totalmente imunizada, o equivalente a 36,5 milhões de pessoas que já tomaram as duas doses da vacina contra covid ou dose única.

Um total de 1.136.590 pessoas receberam a primeira dose da vacina na mesma data, chegando a 93.225.911 desde que a imunização começou no país. Em porcentagem, temos 44,03% da população vacinada com a primeira dose.

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Confira, aqui, mais informações sobre o andamento da campanha de imunização em todo o país e conheça o índice de vacinação!

vacina contra a covid-19 no rio de janeiro

Índice de vacinação contra covid-19 no Brasil

Nesta quarta-feira (22/07), o Brasil atingiu 93.225.911 de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra covid-19, o que equivale a 44,03% da população do país.

Atualmente, o Brasil tem um total de 36.533.170 de pessoas totalmente imunizadas, o que equivale a 17,25% da população. Somente nesta quarta-feira, 855.500 pessoas receberam a segunda dose.

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No que se refere ao ranking de estados que mais vacinaram sua população com a primeira dose, São Paulo segue na liderança com um total de 53,14% de seus moradores parcialmente imunizados.

Já no ranking de estados com maior parcela da população com esquema vacinal completo (duas doses ou dose única), o Mato Grosso do Sul permanece na liderança, com um total de 30,39% de seus habitantes já imunizados.

Comparação com outros países

A vacina contra covid-19 começou a ser aplicada em 2020 no exterior, especificamente no Reino Unido, e desde então a imunização se espalhou pelo mundo, variando de acordo com as ações de cada governo.

A Universidade de Oxford criou o Our World in Data, site no qual divulga diariamente dados sobre a vacinação no mundo, sendo possível acompanhar países que mais imunizam e comparar dados com o Brasil.

De acordo com a universidade, entre os países do G20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia, aqueles que mais vacinaram sua população até 22 de julho foram:

  • Canadá: 53,32% da população totalmente vacinada e 17,32% parcialmente imunizada;
  • Reino Unido: 53,90% da população totalmente vacinada e 14,50% parcialmente imunizada;
  • Espanha: 53,60% da população totalmente vacinada e 11,03% parcialmente imunizada;
  • Alemanha: 48,18% da população totalmente vacinada e 11,98% parcialmente imunizada;
  • Itália: 46,54% da população totalmente vacinada e 14,73% parcialmente imunizada.

A lista segue com países como França, Estados Unidos, Arábia Saudita e Argentina completando o top 10 de países do grupo que mais vacinaram até o momento. O Brasil aparece na 12ª posição, apenas.

Vacinas disponíveis no Brasil

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Atualmente, a campanha de vacinação no Brasil segue com quatro vacinas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): Oxford / AstraZeneca, Pfizer / BioNTech (ambas possuem registro definitivo), CoronaVac e Janssen (possuem autorização para uso de emergência).

Atualmente, o país tem sido parceiro de outros fabricantes que realizam estudos clínicos para autorização de outras vacinas. Uma delas é a ButanVac, que é do Instituto Butantan e deve ter maior protagonismo na campanha de imunização a partir de 2022, caso seja aprovada pela Anvisa.

É preciso tomar duas doses da vacina contra covid-19?

Uma situação tem sido comum em todo o país: muitos tomam a primeira dose da vacina e não retornam para a segunda. O problema disso é que só é possível chegar a uma maior taxa de imunização se a pessoa receber as duas doses do imunizante.

Portanto, sim, é preciso tomar as duas doses. Somente uma já oferece alguma imunidade, mas para atingir o índice indicado pelo fabricante é preciso tomar as duas.

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No Brasil, há três imunizantes que são aplicados em duas doses: CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer. A diferença entre a primeira e as duas últimas está no intervalo de aplicação da segunda dose.

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A segunda dose da CoronaVac deve ser aplicada em 28 dias, enquanto a da AstraZeneca e Pfizer deve ser de 30 a 90 dias. Os estados estão adotando o prazo de dois a três meses para conseguir vacinar toda a população com pelo menos uma dose.

Queda no número de internações

Desde o início da vacinação no país e depois do pico da segunda onda, diversos estados vêm registrando queda no número de internações por covid-19 em UTI e enfermaria.

Um exemplo é o estado de São Paulo, mais populoso do país e com alta taxa de circulação do vírus. Atualmente, o estado vem passando por um período de queda nas internações, principalmente entre a população idosa.

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Em julho, São Paulo conseguiu ficar pela primeira vez desde o início da pandemia com menos de 15 mil hospitalizados pela doença, com índice de internação menor do que 60%. A tendência é que com o avanço da vacinação resultados semelhantes ocorram em todo o país.

Gestor de Projetos e Pessoas da WebGo Content. Especialista em SEO e novos Projetos. Formado em Relações Públicas (PUC/PR) e experiência de mais de 10 anos no Marketing Digital.
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