3ª fase do Open Banking começa 29 de outubro e permitirá fazer PIX e transferências fora do app do banco

Foi anunciado pelo Banco Central (BC), no dia 01 de setembro, o adiamento do começo da terceira fase do open banking, do dia 30 de agosto para 29 de outubro de 2021.

Essa decisão, conforme o órgão, irá atender a demanda da estrutura, que se originará pelo processo de implementação dessa plataforma.

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Por meio de nota, o BC já explicou que recebeu um pedido para que ajustes fossem feitos nas especificações técnicas, sendo que foi isso que acabou comprometendo o prazo para realizar os testes, dos quais permitem assim a certificação dessas instituições.

Implementação do PIX: o que se sabe

3ª fase do Open Banking começa 29 de outubro e permitirá fazer PIX e transferênicas fora do app do banco
3ª fase do Open Banking começa 29 de outubro e permitirá fazer PIX e transferênicas fora do app do banco. Foto: Reprodução/Transferbank.

Essa fase três tinha como previsão a implementação do compartilhamento do serviço de começo de transação via PIX, onde por meio deles, os usuários do PIX, poderiam fazer os pagamentos via apps dos quais não são do banco onde a chave foi registrada.

Dessa forma, o cliente deveria autorizar o compartilhamento desse serviço. Por meio do open banking, será possível fazer a troca de dados e de informações para todos os clientes dos bancos, por entre todas as empresas que são do ramo financeiro.

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É esperado pelo BC que assim, exista menos concorrência e também menores juros.

O Banco Central reforma o seu compromisso para que o Open Banking alcance os seus objetivos, de forma segura e efetiva para os clientes das instituições participante, permanecendo vigilante no processo de sua implementação”. Conforme publicado em nota pelo mesmo.

Como funciona na prática?

No ato, quando uma pessoa desejar usar o PIX para fazer o pagamento de um pedido de comida em um app ou uma compra via internet, ela poderá fazer todo o processo sem ter a necessidade de abrir o app do banco.

Dessa forma, o trâmite do pagamento será feito pelo próprio app de delivery ou a loja online, dos quais serão autorizados a funcionar pelo próprio Banco Central.

Assim, se quiser, o cliente pode fazer todo esse procedimento de pagar sem ter que sair da tela da loja que está efetuando uma compra.

No momento, para fazer o pagamento por PIX, é preciso usar o QR Code ou copiar e colar a chave da loja, o que aumenta mais o tempo de processo de compra.

Como funciona o open banking?

Esse termo em inglês quer dizer “Banco aberto”, do qual é um sistema financeiro livre, onde os dados do cliente são padronizados e assim, compartilhados para que demais produtos e serviços de bancos possam atender a necessidade do público, tudo de maneira personalizada.

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Tudo isso deve ser realizado com a autorização expressa do cliente, do qual vai decidir como e com quem os dados são compartilhados, além de por quanto tempo.

Conforme o BC, esse processo de integração poderá melhorar a avaliação do crédito e assim, aumentar a competição dentro dos sistemas financeiros, sempre com produtos mais adequados e cada vez mais em conta.

Principais vantagens

Um dos principais benefícios é ajudar na concessão de crédito, criando taxas que caibam dentro dos perfis de quem tomará empréstimo.

Além disso, ele também serve para comparar o serviço por entre as financeiras, custos de seguros e demais serviços, rentabilidade dos investimentos e demais produtos bancários.

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A principal ideia é de criar produtos e serviços sob medida, com preços mais interessantes para cada necessidade do cliente, sempre com base nos dados de consumo, de renda e de transações mais comuns.

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Compartilhamento de dados

É preciso que o indivíduo faça o “consentimento”, sendo assim, de livre e espontânea vontade do cliente.

Aqueles que querem fazer parte do open banking e assim, desfrutar das melhores condições do programa, precisam passar pela fase de autenticação e confirmação.

Todos esses processos precisam ser feitos pelos canais digitais que são oferecidos pelas instituições financeiras.

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O cliente pode compartilhar quais os dados quer compartilhar, para quais instituições tem intenção de ceder essa informação e assim, verificar se realmente foram enviados.

Por meio dos canais digitais, as financeiras participantes devem disponibilizar um acesso do qual habilita essas permissões. Algumas das questões que podem ser consultadas, são:

  • As instituições participantes que estão envolvidas nesse processo de compartilhamento;
  • Os dados e serviços do objeto de compartilhamento;
  • Qual o período de validade dessa autorização que foi fornecida;
  • A data do processo de requisição;
  • E por fim, qual a finalidade desse compartilhamento.

Fonte: UOL, IG e G1.

Jornalista formada pela PUCPR viciada em música de todos os tipos, livros e séries. Mestre em curiosidades inúteis, está sempre procurando fugir da rotina.

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