Conta de luz da Enel-SP terá reajuste de 11,4% a partir de domingo, dia 4 de julho

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou novos reajustes na conta de luz pela Enel-SP. O aumento médio é de 9,44%, com máximo de 11,4% para consumidores residenciais. Os novos valores começam a valer a partir de domingo, 4 de julho. Confira, aqui, mais informações sobre o aumento!

conta de luz mais cara

Novos reajustes da Enel-SP

O aumento médio para o consumidor que mora em São Paulo foi de 9,44%, sendo 3,67% para alta tensão, 11,38% para baixa tensão e 11,4% para unidade residencial.

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O reajuste da Enel-SP vem depois de a Aneel anunciar o aumento da bandeira vermelha no patamar 2, que é uma cobrança extra incidente nas contas de luz quando a distribuidora tem um aumento no custo de produção da energia elétrica.

A bandeira vermelha 2 subiu de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos, o que representa uma alta de 52% válida para todo o país. Curiosamente, a área técnica da Aneel havia recomendado um aumento maior da bandeira vermelha 2, passando para R$ 11,50 a cada 100 kWh, mas o valor ficou abaixo do esperado.

Vale lembrar que o aumento da bandeira vermelha já está valendo e o reajuste da tarifa Enel-SP entra em vigor no domingo, no dia 04 de julho.

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Reajustes das bandeiras tarifárias

Além do aumento da bandeira tarifária vermelha 2, a Aneel também divulgou reajustes de todas as bandeiras tarifárias. Confira, a seguir, como ficaram os novos valores:

  • Bandeira amarela: passou de R$ 1,37 para 1,874 por cada 100 kWh consumidos;
  • Bandeira vermelha patamar 1: foi de R$ 4,16 para R$ 3,971 por cada 100 kWh consumidos;
  • Bandeira vermelha patamar 2: passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos.

A bandeira verde permanece sem cobrança de taxa, indicando que não existe um custo extra para produção e distribuição de energia elétrica. Vale lembrar que o último reajuste das bandeiras havia sido feito em 2019.

A Aneel abriu uma consulta pública para discutir alterações no cálculo da bandeira tarifária e a possibilidade de novos valores adicionais cobrados sobre o consumo mensal.

Energia elétrica e crise hídrica

De acordo com dados da Aneel, o Brasil passa por sua pior crise hídrica dos últimos 91 anos, com reservatórios das hidrelétricas do Centro-Oeste e Sudeste com 29,4% da capacidade de armazenamento.

Esses reservatórios são responsáveis por 70% da capacidade de geração de energia elétrica do Brasil e não há perspectiva de que a situação de baixa mude, uma vez que não há previsão de chuva forte na região até outubro.

Para garantir o fornecimento de energia, as usinas termelétricas foram acionadas, mas o problema é que esse tipo de energia é mais caro e poluente. Com isso, ocorreu um aumento no custo de geração de R$ 9 milhões, o que acabou sendo repassado para os consumidores, por isso a subida frequente e contínua da conta de luz nos últimos meses.

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Mesmo diante da crise hídrica, o governo federal, especificamente o Ministério de Minas e Energia, descarta o risco de racionamento de energia em 2021 ou de apagão.

Como saber quanto estou pagando de tarifa de energia elétrica?

Está em dúvida sobre quanto está pagando de tarifa de energia elétrica? Existem diferentes formas de saber isso! Uma delas é verificando a fatura do mês, que indica o valor do kWh e se há incidência de taxas adicionais como a bandeira tarifária.

Também existe a possibilidade de verificar a informação no site da distribuidora, na tabela de tarifas. O site da empresa também divulga os valores na área reservada ao consumidor, podendo ter mais detalhes sobre quanto está pagando mensalmente.

Há, ainda, a possibilidade de verificar o ranking de tarifas no site da Aneel. A diferença é que se tem informação atualizada sobre tarifas vigentes homologadas pela agência, porém não há menção sobre taxas extras, como bandeiras e tributos.

Tarifa Social de Energia Elétrica

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Está com o orçamento apertado e busca formas de reduzir o gasto com a conta de luz? Uma alternativa é tentar a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), que é um benefício voltado a famílias de baixa renda, concedendo-lhes descontos que podem chegar a até 65%, de acordo com o consumo mensal da unidade.

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Possuem direito ao benefício as famílias inscritas no CadÚnico, idosos a partir de 65 anos e beneficiários do BPC. Para solicitar a TSEE, basta entrar em contato com a distribuidora de energia elétrica.

Flavio Carvalho
Gestor de Projetos e Pessoas da WebGo Content. Especialista em SEO e novos Projetos. Formado em Relações Públicas (PUC/PR) e experiência de mais de 10 anos no Marketing Digital.
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