Leilão de veículos: Detran MG tem mais de 300 lotes disponíveis – Confira!

O Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) realizará, presencialmente, um leilão de veículos e sucatas na cidade de Itabira.

O evento será realizado no próximo dia 11 de maio, a partir das 10 horas, no Ginásio Poliesportivo Maestro Silvério Faustino, no Centro.

De acordo com o edital divulgado, serão ofertados 307 lotes entre sucatas, automóveis e motocicletas recuperáveis.

carro e martelo de leilão
Leilão de veículos do Detran-MG acontece dia 11 de maio

Visitas antes do leilão de veículos

Os veículos que estarão à venda foram recolhidos do pátio do bairro Ribeira de Cima, em virtude de infrações de trânsito.

A visitação aos veículos ocorrerá entre 3 e 7 de maio, das 9h às 17h.

Devido às recomendações para evitar aglomeração, os interessados deverão fazer inscrição, através de um requerimento de participação para o e-mail [email protected], em até 13 dias úteis antes da data do leilão.

Os lances mínimos variam entre R$ 10 mil a R$ 30 mil. Entre os destaques está uma BMW X1, sDrive 18i, ano 2011, por R$ 30 mil.

Veja o edital completo do leilão de veículos de Itabira clicando neste link.

Leilão de veículos na pandemia

Devido à pandemia de covid-19 e a disseminação das ferramentas através da internet, muitas pessoas passaram a participar de leilões on-line.

No entanto, é importante ressaltar os cuidados na escolha da empresa e das negociações, já que junto com o crescimento de interesse em leilões, cresceram também os golpes: os fraudadores montam páginas falsas e colecionam vítimas.

Vale a pena participar de leilões?

Mesmo de forma presencial, o consumidor precisa ter cuidado em relação às vantagens e desvantagens de cada veículo.

Por isso, antes de participar das negociações, o consumidor precisa ler atentamente o edital e não ficar iludido com os preços extremamente baixos, embora este tipo de evento tenha preços mais em conta.

Para saber se a oferta é vantajosa, o interessado deve aliar preço de oportunidade com a qualidade. Isso significa que o preço não pode ser o único fator determinante para a compra.

“O veículo de leilão pode ter sofrido uma colisão de indenização integral (a famosa perda total) e, além de ter o seu valor de mercado diminuído, pode apresentar problemas mecânicos graves, devido aos danos causados à sua estrutura”, explica Yago Teixeira, diretor de produtos da plataforma de consulta veicular Olho no Carro para o site A Tarde.

A vantagem só acontece quando o preço oferecido está condizente com a desvalorização que o veículo terá. Um exemplo são os leilões realizados com veículos de financiamento não pago.

“Nesse caso, apesar da depreciação no valor de mercado (que varia de 10% a 30% de acordo com o modelo), o veículo não apresenta danos significativos que façam com que o comprador gaste muito dinheiro com a recuperação”, explica Teixeira.

Por este motivo, é indicado fazer uma análise identificando qual tipo de veículo o comprador está buscando e qual tipo de leilão ele quer participar, por exemplo, de financiamento, de veículos de frotas e acidentados.

Depois desta análise, é preciso saber a porcentagem de depreciação que será aplicada em cada tipo de veículo.

Cautela

É preciso ter cautela antes de decidir o veículo. É preciso identificar se ele precisará de algum reparo e em qual proporção, seja de mecânico, elétrico ou estético.

O recomendado é que o interessado comece acompanhando os lances para saber qual carro vale mais a pena, antes de ser adquirido.

Considere o valor que o modelo pretendido tem no mercado de usado consultando sites da Fipe e KBB e verifique por qual preço o modelo está sendo anunciado nos maiores classificados da sua região.

Feito isso, vale considerar um valor médio dessa pesquisa e pagar, no máximo, 70% do valor, considerando que é um bom carro.

Vale saber que entre os principais desafios estão os problemas com seguro, já que a companhia pode negar a cobertura, desvalorização na revenda, já que carros com histórico de leilão não são bem vistos por muitas pessoas e empresas.

“Nem sempre as seguradoras aceitam, e quando aceitam, podem cobrir apenas um percentual do valor de tabela Fipe. Como nem todos querem ter um carro de leilão, a revenda é restrita. A informação no laudo é algo que o carro vai ter pelo resto da vida, ou seja, o valor de mercado sempre será inferior”, finaliza Carvalho.

Bruna Santos
Jornalista com mais de 7 anos de experiência. Atuou como redatora em jornais impressos, sites especializados em moda e agências de comunicação em Mogi das Cruzes, São Paulo e Goiânia. Fez parte da equipe voluntários da ONG Trupe do Riso, cuidando das redes sociais da instituição. Além de colaboradora da WebGo Content, atua na Agência Conect, especializada em comunicação e marketing para profissionais da Saúde.
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