Nova rodada do auxílio emergencial injetou R$ 5 bilhões na economia em 2021

Uma das principais medidas adotadas pelo Governo Federal diante da chegada da pandemia do coronavírus em terras nacionais foi o já conhecido auxílio emergencial, sendo de suma necessidade para muitas famílias brasileiras, principalmente aquelas que tiveram a fonte de renda diminuída ou até mesmo, inteiramente zeradas.

Você sabia que uma nova rodada foi liberada pelo governo, onde a principal intenção é a de conseguir ampliar mais ainda essa renda? Veja abaixo quais são as consequências disso na economia e tudo que precisa saber.

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Nova rodada do auxílio emergencial injetou R$ 5 bilhões na economia em 2021

Nova rodada do auxílio emergencial injetou R$ 5 bilhões na economia em 2021
Nova rodada do auxílio emergencial injetou R$ 5 bilhões na economia em 2021 | Imagem: Play Store

A nova rodada do auxílio emergencial, da qual começou no mês de abril desse ano, conseguiu realizar a distribuição de R$5,1 bilhões em pagamentos, dos quais foram feitos por meios digitais. Apenas no dia 14 de junho, por exemplo, foram gastos os valores de R$16,2 milhões por meio de pagamentos exclusivamente virtuais.

Conforme dados divulgados pela Caixa Econômica Federal, entre os dias 6 até 15 de junho, foram registrados cerca de R$3,9 bilhões de pagamentos em boletos, assim como concessionárias de serviços públicos, onde R$1,2 bilhões foram usados diretamente em compras via débito virtual diretamente no app do banco.

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Os beneficiários usaram o app da Caixa Tem como forma de cartão de débito normal, por meio do QR Code ao passar nas maquininhas de pagamento como cartão virtual por meio de compras na internet ou boletos, além de pagamentos da maneira geral para quitar contas comuns, como a luz, água e também telefone.

Mesmo com todos os benefícios do auxílio emergencial diretamente no comércio, não foi algo tão positivo quanto no ano de 2021, principalmente quando comparado diretamente ao primeiro período do ano passado, onde houve uma queda de 53%.

As compras realizadas diretamente em supermercados, farmácias e lojas foram de R$2,6 bilhões do ano passado, para o valor de R$1,2 bilhão nesse ano, sendo assim, uma queda de 53%.

Esse programa teve o valor de R$300 bilhões de recursos gerados pelo Governo Federal no ano passado, o que é correspondente a cerca de 10 anos do Bolsa Família.

Já para esse ano, há a previsão de R$44 bilhões especificamente para as quatro primeiras parcelas, conforme usado como base a diferença de custo desse ano.

De início, há a previsão da nova rodada de quatro parcelas, onde o valor médio é de R$250, para mulheres que são chefes de família, o valor de recebimento é de R$375, enquanto que para quem vive sozinho, R$150.

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O total dos beneficiados possui um valor de 39 milhões, sendo que o governo já admitiu que fará a prorrogação do auxílio por mais três meses, sendo com os mesmos valores instaurados em 2021.

No ano de 2020, foram 5 primeiras parcelas de R$600, além de mais quatro no valor de R$300, sendo assim, o dobro do valor para as mães solteiras. O total que foi pago chegou a atingir a quantia de R$293,1 bilhões para mais ou menos 67,9 milhões de pessoas.

Como funciona o faturamento?

Conforme dados repassados pela Fecomercio de SP, no ano de 2020, o auxílio emergencial foi correspondente a 9% de todo o faturamento de varejo brasileiro. Já na cidade especificamente de São Paulo, foi no índice de 4%.

Enquanto isso, no ano de 2020, levando em conta apenas o período entre abril até junho, essa nova rodada afetará em 5% as vendas dentro do Brasil, sendo 2% desse total apenas no comércio paulista.

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Enquanto o benefício continuar sendo pago, a economia ainda possui certo fôlego, porém, menos da metade do valor do ano passado, ou seja, está fazendo uma grande diferença em relação ao volume de vendas.

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A previsão de vendas para o mês de junho, por exemplo, é de um crescimento de 5,7% por meio do auxílio emergencial, sendo que sem o benefício, seria no valor de 2,5%. Ele possui papel principal no momento de alavancagem na retomada do varejo, mesmo com o valor menos de 2020.

É esperado que essas parcelas do auxílio sirvam não somente para ajudar as famílias das quais precisam desse valor, mas também, para que a economia possa sentir um certo respiro diante das demais dificuldades enfrentadas.

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Fonte: Caixa 

Jornalista formada pela PUCPR viciada em música de todos os tipos, livros e séries. Mestre em curiosidades inúteis, está sempre procurando fugir da rotina.

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