Pagamentos pelo WhatsApp – Tire dúvidas sobre o que você pode e não pode fazer!

O WhatsApp é um aplicativo muito conhecido por envio de mensagens instantâneas e compartilhamento de memes, fotos e vídeos.

E, agora, é possível receber dinheiro pelo aplicativo, já que ele recebeu recentemente a opção de Pagamento. Com isso, o usuário pode transferir valores pelas conversas que mantém com seus contatos.

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Mas, o que é possível fazer com essa nova opção de pagamentos? Continue lendo para saber!

ilustração de pagamentos pelo WhatsApp
Pagamento por WhatsApp: saiba o que pode e o que não pode

A expectativa é que com o aumento, a opção de pagamentos ganhe novas opções, já que, por enquanto, há algumas limitações.

O que é possível fazer com o WhatsApp?

  • Transferir ou receber dinheiro dos contatos sem pagar nenhuma taxa;
  • Transferir ou receber dinheiro em negócios realizados entre pessoas físicas (é possível receber ou efetuar pagamento de algum serviço prestado, ou contratado, mas não pode haver CNPJ na transferência);
  • É possível fazer transferência para quem não tem a opção de pagamento no WhatsApp. Nesse caso, a operação precisará ser feita por quem já tem essa opção. Para receber, a outra pessoa deve cadastrar seu cartão na plataforma;
  • Solicitar um pagamento: na conversa, ao acessar a opção de pagamento, é possível escolher a opção “solicitar” e lembrar alguém de efetuar a transferência. O beneficiário envia uma mensagem com o valor e pode deixar um texto breve explicando a que se refere;
  • Enviar dinheiro apenas com o número de telefone da pessoa. A transferência é feita de maneira parecida com o envio de fotos e arquivos, apenas entrando na conversa com a pessoa, acessando a opção Pagamento, inserindo o valor e senha, ou biometria;
  • Incluir mais de um cartão para pagamento, mas deixar apenas um como padrão. A condição é que sejam os cartões dos bancos parceiros do WhatsApp (Banco do Brasil, Banco Inter, Bradesco, Itaú Unibanco, Mercado Pago, Next, Nubank, Sicredi e Woop Sicredi, com as bandeiras Visa e Mastercard);
  • Cadastrar a biometria no lugar da senha numérica para autorizar as transferências, desde que o celular conte com essa tecnologia;
  • Receber dinheiro de volta em caso de transação não efetivada. O prazo para estorno é de 24h;
  • Remover a função pagamento, caso não queira mais fazer o uso dessa opção. Para isso, o usuário deve entrar na opção pagamentos na tela inicial no aplicativo, entrar em “Facebook Pay” e depois “Remover o Facebook Pay”.

Como funciona a transferências por WhatsApp?

No aplicativo, de quem já estiver autorizado, vai aparecer um ícone para transferências entre as opções que surgem quando clicamos no ícone de clipe, o mesmo usado para enviar fotos ou documentos.

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No entanto, para transferir ou receber dinheiro, a pessoa terá que ter um cartão que seja Visa ou Mastercard, de um dos bancos citados anteriormente.

As transferências poderão ser feitas com cartões de débito, pré-pagos ou combo participante, mas não com cartão de crédito.

Para começar a usar, a pessoa deve adicionar os dados do próprio cartão, escolher a pessoa para enviar dinheiro e clicar para adicionar a transação.

O destinatário verá a opção na conversa com o remetente.

É importante saber que é preciso ter um telefone do Brasil para poder enviar ou receber dinheiro pelo WhatsApp.

Serão autorizadas apenas as transações realizadas no país e em moeda local, o real. Nenhuma taxa será cobrada.

O que ainda não é possível fazer com o aplicativo?

  • Realizar transações entre CNPJ ou entre CPF e CNPJ;
  • Pagar conta ou comprar pelo aplicativo do WhatsApp;
  • Transferir dinheiro para quem não tem número de telefone ou para quem não tem WhatsApp;
  • Transferir via cartão de crédito;
  • Realizar uma operação pelo WhatsApp Web. Apenas a versão mobile permite transferências;
  • Transferir dinheiro para o exterior;
  • Mandar mais de R$ 1.000,00 por transação ou mais de R$ 5.000,00 por mês;
  • Ultrapassar o limite de 20 transação por dia independentemente do valor.

Jornalista com mais de 7 anos de experiência. Atuou como redatora em jornais impressos, sites especializados em moda e agências de comunicação em Mogi das Cruzes, São Paulo e Goiânia. Fez parte da equipe voluntários da ONG Trupe do Riso, cuidando das redes sociais da instituição. Além de colaboradora da WebGo Content, atua na Agência Conect, especializada em comunicação e marketing para profissionais da Saúde.
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