Pix: 5 mitos e verdades sobre o método de pagamentos

O Pix já é o meio de pagamento mais utilizado do Brasil. Com apenas 10 meses de operação, o sistema já tem mais de 200 milhões de chaves cadastradas e mais de 75 milhões de transações realizadas. 

A modalidade revolucionou o mercado financeiro, mas ainda traz muitas dúvidas. 

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Por isso, trouxemos uma seleção de mitos e verdades sobre o Pix para te ajudar a ter mais segurança nas operações. 

Pix: 5 mitos e verdades sobre o método de pagamentos
Pix: 5 mitos e verdades sobre o método de pagamentos.

5 mitos e verdades sobre o Pix

Conheça agora alguns mitos e verdades sobre a nova modalidade de transferências bancárias: 

É necessário cadastrar a chave para fazer uma transferência ou pagamento?

Mito. Não é necessário cadastrar uma chave para fazer um Pix, apenas para receber. Para realizar uma transferência, basta ter conta em uma instituição financeira que participa do sistema e você poderá realizar  pagamentos. 

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O Pix funciona 24 horas?

É verdade! O sistema funciona 24h, sem cobranças. Porém, recentemente o Banco Central anunciou um limite de valores que podem ser transferidos durante a noite e a madrugada. Você pode saber mais sobre esse assunto clicando aqui.

Há limite de valor para as transferências?

Mito. Não há valor máximo ou mínimo, considerando apenas os novos horários, como dito no item anterior. Outro adendo é que as instituições financeiras podem estabelecer limites para as transações compatíveis com a margem do TED e cartão de crédito.

Só é possível realizar um Pix pelo celular?

Mito! O celular é uma ferramenta ágil para fazer as operações, mas o usuário pode utilizar o Internet Banking, as agências bancárias, caixas eletrônicos ou lotéricas para o procedimento.

Pessoas jurídicas pagam tarifa para usar o Pix?

Sim, é verdade. É importante observar que apenas pessoas físicas tem direito a gratuidade. Pessoas jurídicas podem pagar taxas na transferência e pagamento com Pix. O valor é definido pela instituição bancária a qual o usuário tem conta.

Esses foram os principais pontos sobre o Pix, mas vale lembrar que, por ser uma plataforma nova, há possibilidades de que mudanças ocorram. Para não perder nenhuma novidade, acompanhe a nossa coluna Finanças!

Jornalista com mais de 8 anos de experiência. Trabalhou como redatora, repórter e produtora na emissora Nossa Rádio FM e produtora na Metropolitana AM, depois foi diretora-geral do conhecido podcast Mamilos, passou por algumas agências de São Paulo e Rio de Janeiro e agora, além de colaboradora da WebGo Content, é Copy Content na In House da divisão agrícola da Bayer e Host/Criadora do podcast "Me Empresta Seus Óculos".
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