Governo diminui taxa de juros para quem quer colocar energia solar no campo

Energia solar: governo diminui taxas de juros. Foto: Divulgação ENVO
Energia solar: governo diminui taxas de juros. Foto: Divulgação ENVO

O Banco Santander reduziu as taxas mínimas, de 0,79% a.m para 0,74 a.m, para implantação de projetos fotovoltaicos em propriedades rurais, ou seja, de energia solar no campo.

Além disso, a instituição financeira ampliou o prazo de parcelamento, que passou de 76 para 96 meses, com 120 dias de carência para pagamento da primeira parcela.

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Energia solar: governo diminui taxas de juros. Foto: Divulgação ENVO
Energia solar: governo diminui taxas de juros. Foto: Divulgação ENVO

Vale saber que o Santander emitiu uma nota que diz que essas medidas buscam “incentivar a sustentabilidade no agronegócio”.

“A Santander Financiamentos melhorou as condições para os empreendedores rurais implantarem projetos fotovoltaicos em suas propriedades. As facilidades do financiamento atendem empresas de todos os portes, além de pessoas físicas que planejam instalar o sistema em casa. Para ter acesso à linha de crédito não é necessário ser correntista Santander”, informa o comunicado do banco.

Energia solar é ideal para o agronegócio

Para André Novaes, diretor da Santander Financiamentos, o sol é uma das melhores fontes de geração de energia limpa no agronegócio, principalmente por ser uma fonte inesgotável, em relação ao impacto ambiental mínimo.

O diretor do Santander conta que a solução do financiamento foi pensada para a maturação do investimento feito pelo produtor tenha relação com os crescentes benefícios trazidos por esta modalidade de produção energética. Ele afirma que com isso, a conta de luz pode ser reduzida em até 90%.

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A carência de 120 dias antes do primeiro pagamento, de acordo com o banco, foi definida baseada nos dados de mercado que apontam que esse prazo é necessário para a produção efetiva da energia limpa seja iniciada.

Vale saber que nesse período, o cliente pode aguardar por trâmites como importação dos equipamentos e instalação do sistema.

“O agronegócio brasileiro sempre se preocupou em otimizar sua produção, e a geração de energia fotovoltaica caminha exatamente nesta direção, não só por ir ao encontro da agenda de sustentabilidade do setor, mas também por ser comprovadamente viável do ponto de vista financeiro. O meio rural é responsável por apenas 13% da energia solar produzida no país (conforme dados da Absolar – Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica). Esse dado mostra que há um grande mercado para a expansão dos painéis solares no campo”, completa Carlos Aguiar, diretor de Agronegócios do Santander Brasil.

Orçamento Online para energia solar

De acordo com o site do banco  os produtores podem pedir um orçamento do projeto de forma online, com base no seu atual custo de energia elétrica, e ter o retorno em até quatro minutos da aprovação do crédito.

“A contratação do financiamento pode ser realizada nas agências do banco ou diretamente com distribuidores de placas fotovoltaicas. Em seguida, já com o crédito aprovado, o +Vezes Santander – programa da financiamentos que oferece produtos ou serviços com prazos maiores, sem usar o limite do cartão de crédito – libera o recurso para o distribuidor”.

Energia solar evitou mais de 8,3 milhões de gás carbônico

A Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), entre 2012 e 2021, a produção de energia solar alcançou 8,4 GW, evitando que mais de 8,3 milhões de gás carbônico (CO2) fossem emitidas no meio ambiente.

Atualmente, o Santander é líder no financiamento fotovoltaico no país, com 42% de participação, estimulando o crescimento de energia solar no Brasil.

Entretanto, esta não é a única instituição financeira que oferece financiamento. Conheça outras opções:

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Caixa Econômica Federal: ela aceita projetos de energia solar através da linha de crédito Construcard, destinada para compra de material de construção. Os juros são em torno de 1,95% ao mês e o projeto pode ser parcelado em até 240 vezes;

BNDES: ele disponibiliza até 80% do custo da obra com uma taxa de juros de 7,5% ao ano. No entanto, o investidor precisa ter uma participação mínima de 20% nos custos com possibilidade de emissão de debêntures, das quais o BNDES se compromete a adquirir até 50%;

Sicredi: as taxas de juros variam entre 1% e 3% ao mês, com prazo de pagamento de até 60 meses.

Entenda mais sobre financiamento de energia solar clicando aqui.

Bruna SantosJornalista com mais de 7 anos de experiência. Atuou como redatora em jornais impressos, sites especializados em moda e agências de comunicação em Mogi das Cruzes, São Paulo e Goiânia. Fez parte da equipe voluntários da ONG Trupe do Riso, cuidando das redes sociais da instituição. Além de colaboradora da WebGo Content, atua na Agência Conect, especializada em comunicação e marketing para profissionais da Saúde.
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