Projeto Minha Gente pelo Brasil visa ajudar os mais necessitados

A ação social “Minha Gente pelo Brasil”, criada pela Papelito Brasil, empresa de acessórios para fumo, tem ajudado famílias afetadas pela pandemia de Covid-19.

Isso porque, muitas pessoas perderam seus empregos e estão em situação de vulnerabilidade em todo o Brasil.

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Projeto Minha Gente Pelo Brasil tem ajudado famílias na pandemia

Minha Gente pelo Brasil

O objetivo é mobilizar a comunidade em prol das pessoas mais afetadas pela pandemia e, para isso, a campanha terá uma ação específica em cada região do país.

O Distrito Federal, Manaus, Bahia e Curitiba são as capitais selecionadas de cada região para receber mais de 100 cestas básicas cada uma.

O diretor criativo da Papelito Brasil, Pedro Tarcizo, explicou, para o site Diário do Rio, que em cada local, uma Organização Não Governamental (ONG) será definida para receber o projeto, que inclui a criação de uma vaquinha on-line.

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“Nossa ideia é incluir também produtos diferenciados nessas cestas básicas, como leite em pó e produtos de higiene, itens essenciais e que geralmente não fazem parte da cesta básica tradicional”, diz.

Além das cinco regiões citadas aqui, a iniciativa conta ainda com a ajuda de 100 tabacarias em 27 estados brasileiros.

Ao fazer a entrega de um alimento não perecível, a pessoa recebe um ímã exclusivo da ação, que foi criado pelo artista Felipe Navarro, em quatro modelos diferentes e colecionáveis.

“Cada tabacaria parceira ficará responsável pela distribuição desses alimentos arrecadados e, assim, nós ajudamos os mais fragilizados pela pandemia em todo o Brasil”, conta Navarro.

Início do projeto Minha Gente pelo Brasil

O projeto teve início nos dias 01 e 02 de maio, deste ano, no bairro de Vila Isabel, especificamente no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A ação, em parceria com a ONG Coletivo Macacos Vive, já distribuiu quase 300 cestas básicas para famílias selecionadas, além de materiais para ajudar na prevenção do coronavírus, como caixas de máscara N95 e álcool em gel, e criação de geladeiras literárias, muralismo e pintura das quadras do entorno.

“Essa é uma ação que nasceu no Rio, mas está invadindo o Brasil inteiro e qualquer um pode ajudar. Seja na contribuição com a vaquinha online de cada região ou com a doação de um alimento nas tabacarias parceiras. O importante é levar um pouco de esperança para aqueles que mais precisam e inspirar outras pessoas a ajudar, afinal, nada melhor que um bom exemplo para educar”, revela.

Vale saber que o vocalista do grupo de reggae Ponto de Equilíbrio, Hélio Bentes, compôs a música “Pra minha gente” em homenagem à comunidade onde foi criado.

Ela não serve apenas para motivar o cenário atual da pandemia, mas também como inspiração para o projeto social “Minha Gente pelo Brasil”, já que um dos trechos diz que “O tempo ruim vai passar, a gente vai superar”.

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Saiba mais sobre o projeto acessando ao site.

Espaço cultural vira bazar na pandemia

A Motim, espaço cultural para receber projetos independentes, foi criado em 2016, na Vila Isabel, mas precisou modificar suas atividades durante a pandemia de covid-19: ela virou um bazar para a comunidade.

O espaço é dirigido por seis mulheres: Hanna Halm, Letícia Lopes, Marcelle Helt, Roberta Vieira, Thaís Catão, Vitória Parente. Elas explicam que o bazar tem de tudo, desde livros, acessórios, roupas, calçados e diversos itens que o local recebe como doação de familiares, seguidores e amigos.

Antes da pandemia, o espaço cultural contava com uma programação constante de oficinas, cursos livres, rodas de conversa, trabalhos manuais, festivais de música, ensaios de bandas, gravações, exposições e todo tipo de intervenção artística.

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No entanto, devido aos novos tempos e situações causadas pela pandemia, as seis sócias decidiram mudar os trabalhos.

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“A partir do momento que não poderíamos promover eventos presenciais, procuramos transportar para o online, as atividades que se aproximassem do que fazíamos no espaço físico. Começamos com uma campanha de arrecadação coletiva via plataforma abacashi, e as recompensas eram todas ligadas à nossa atividade principal, como tatuagem, aulas de instrumentos, horas de ensaio, serviços de áudio e venda de arte. Após um ano de campanha, decidimos trazer para a loja, e ela funciona presencialmente de acordo com as recomendações dos decretos emitidos pela Prefeitura do Rio, observando sempre os níveis de contágio e seus respectivos estágios”, contam.

Quem quiser conhecer a Motim, basta se dirigir ao local às segundas, quartas e sextas-feiras, das 11h às 17h.

Fonte: Diário do Rio

Jornalista com mais de 7 anos de experiência. Atuou como redatora em jornais impressos, sites especializados em moda e agências de comunicação em Mogi das Cruzes, São Paulo e Goiânia. Fez parte da equipe voluntários da ONG Trupe do Riso, cuidando das redes sociais da instituição. Além de colaboradora da WebGo Content, atua na Agência Conect, especializada em comunicação e marketing para profissionais da Saúde.
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