Seguro-desemprego: Caixa começa a fazer pagamento do benefício pelo Caixa Tem

Um dos benefícios garantidos ao trabalhador brasileiro, o seguro-desemprego é uma segurança em casos em que se é mandado embora, dessa forma, o empregado consegue encontrar outro trabalho com calma sem ficar desamparado e sem dinheiro.

A Caixa Econômica Federal é a responsável por fazer o pagamento desse serviço, portanto, veja aqui informações completas sobre como será executado por meio do app Caixa Tem.

Continue lendo e fique por dentro de como funciona esse processo e tudo que precisa saber para se manter sempre bem informado.

Caixa faz pagamento do seguro-desemprego pelo app Caixa Tem

carteira de trabalho

Começando a partir de hoje (20), a Caixa vai realizar o pagamento do seguro-desemprego por meio da poupança social digital, da qual é facilmente movimentada por meio do app da Caixa Tem.

Eles serão realizados dessa forma apenas para aqueles trabalhadores dos quais não fizerem a indicação da conta de outro banco ou outra conta da Caixa durante o requerimento do benefício.

Se o valor do benefício não puder ser creditado nessa conta existente ou na conta poupança digital, o saque pode ser feito por meio do Cartão Cidadão em qualquer agência bancária da Caixa, nos terminais de autoatendimento, nas lotéricas e também nas correspondentes da Caixa Aqui.

O app do Caixa Tem foi criado de início para o pagamento do Auxílio Emergencial, porém, o seu uso foi expandido para o uso das contas poupança digitais atualmente.

Aqueles cidadãos que fizeram o saque emergencial de suas contas do FGTS durante o ano de 2020, já possuem essa conta ativa, sendo que ele também está sendo utilizada para o pagamento do Bolsa Família desde dezembro do ano passado.

Quem possui direito a este benefício?

Se você ainda possui dúvidas sobre quem possui o direito ao seguro desemprego, é interessante ficar ligado, visto que poderá um dia precisar.

As pessoas que possuem direito ao benefício são:

  • O trabalhador que atuou em regime CLT sendo dispensado sem justa causa, ou, por meio de dispensa indireta, que é quando o empregador configura características como rompimento da ligação entre o trabalhador e empresa;
  • Podem solicitar o benefício aqueles que tiveram seu contrato suspenso por meio da participação em programas de qualificação profissional dos quais foram oferecidos pelo empregador;
  • Pescadores em período de defeso;
  • Trabalhadores que foram resgatados de condição igual ou semelhante a escravidão.

Além disso, é interessante destacar que não é possível estar recebendo ou receber outro benefício trabalhista enquanto o seguro desemprego está ativo, ademais, também não é permitido ter participação de sócio em demais empresas.

Nesse caso, haverá o corte do benefício e em alguns casos, demais problemas com a lei.

Como é feita a distribuição das parcelas?

O seguro desemprego possui alguns requisitos para realizar a distribuição das parcelas, veja abaixo mais sobre como funciona:

  • Recebimento de três parcelas: o trabalhador possui o direito ao recebimento de três parcelas quando é comprovado que trabalhou o tempo mínimo de 6 meses na empresa que está registrado;
  • Recebimento de quatro parcelas: o trabalhador possui o direito ao recebimento de quatro parcelas quando é comprovado que trabalhou o tempo mínimo de 12 meses na empresa que está registrado;
  • Recebimento de cinco parcelas: o trabalhador possui o direito ao recebimento de cinco parcelas quando é comprovado que trabalhou o tempo mínimo de 24 meses na empresa que está registrado.

Para conseguir solicitar o processo do seguro-desemprego pela primeira vez, é necessário ter atuado por pelo menos 12 meses com a carteira assinada como CLT.

Já para a segunda vez, é necessário ter trabalhado por 9 meses, enquanto que para uma terceira entrada no procedimento, é preciso ter no mínimo 6 meses de trabalho.

É necessário um tempo mínimo de 16 meses entre um a solicitação de cada um dos processos.

Verifique com a empresa em que você trabalha sobre o recolhimento do seu FGTS e se todos os trâmites burocráticos estão de acordo, visto que é de responsabilidade do empregador realizar essa regularização.

Do contrário, o trabalhador terá muitos problemas no futuro para o recebimento não somente do seguro desemprego, mas também de demais benefícios, como é o caso do FGTS também.

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Jornalista formada pela PUCPR viciada em música de todos os tipos, livros e séries. Mestre em curiosidades inúteis, está sempre procurando fugir da rotina.

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