Valorização da diversidade sexual tem impacto positivo na reputação das empresas: conheça casos de sucesso

Como estamos no mês de junho, em que se comemora o orgulho da liberdade de orientação sexual, empresas e pessoas famosas têm usado seus espaços de visibilidade para compartilhar amor e respeito ao próximo. Essas ações são de extrema importância para a construção de uma sociedade mais justa, livre da violência de gênero.  

E com tanta coisa acontecendo hoje em dia, não dá mais para ficar em cima do muro. O fato é que, seja da Geração Millenium ou Geração Z, o consumidor está cada vez mais exigente. Ele não espera apenas que a marca venda um produto de qualidade. Ele também cobra posicionamento social, independentemente do setor de atuação. 

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Por esse motivo, as pessoas costumam preferir marcas com as quais elas se identificam. Tanto é que as empresas amigas da comunidade LGBTQIA+ vendem com mais frequência para este público, do que aquelas que não se manifestam a favor da causa

É importante ressaltar, no entanto, que o propósito precisa ser genuíno, a fim de promover a inclusão, na prática. 

empresas que apoiam a bandeira LGBTQIA+
Diversidade é um dos valores que o consumidor moderno busca nas marcas.

Para você poder entender melhor sobre a importância de levantar a bandeira de acolhimento às minorias, leia os próximos tópicos e conheça o exemplo de cinco marcas que colheram bons resultados ao apoiar medidas de valorização da diversidade sexual.  

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B3 

A B3, bolsa de valores oficial do Brasil, ganhou notoriedade no setor financeiro e nas mídias digitas após promover uma série de ações que reforçam a integração da comunidade LGBTQIA+ no meio profissional.

De 2019 para 2020 a empresa quase dobrou a quantidade de colaboradores que pertencem à bandeira colorida.  

Em seus processos seletivos, a B3 traz busca perfis de diversidade para a ocupação dos cargos. Periodicamente também são realizados processos seletivos às cegas, com o objetivo de minimizar a chances de algum candidato ser desclassificado injustamente.  

Cielo 

A Cielo, conhecida pelas maquininhas de cartão, também não fica para trás quando o assunto é inclusão das minorias. Desde o ano passado, esta empresa está fazendo processos seletivos exclusivos para candidatos LGBTQIA+.  

Segundo a empresa, existe uma agenda social com 19 ações que devem ser executadas até 2030. Todas têm como propósito desenvolver uma cultura interna e externa de combate ao preconceito.

Em relação ao atendimento dos clientes, a Cielo também garante que pratica os mesmos princípios de respeito e segurança. 

Natura 

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A Natura já é muito popular no país e, consequentemente, suas ações têm um grande impacto social. Pensando nisso, a marca faz questão de se manifestar como defensora da diversidade de orientação sexual.

E mais do que mensagens de apoio na internet, a Natura está criando embalagens que trazem diálogos sobre a realidade da inclusão. 

A marca ainda destina parte dos lucros para Casa 1, que é um centro de acolhimento para jovens que foram expulsos de casa em razão do preconceito familiar. Lá, a Natura ministra cursos gratuitos de maquiagem para formar profissionais e colaborar com a emancipação econômica de cada um. 

Suzano 

Nem todo mundo conhece a Suzano, mas essa é uma empresa de extração de celulose – matéria-prima para a fabricação de papel – que pratica uma série de ações em apoio ao movimento LGBTQIA+.  

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Em 2020, a Suzano deu início ao grupo Plural, para aumentar o índice de contratação entre pessoas de variadas orientações sexuais. Desde então, a empresa já reuniu mais de 200 colaboradores que se identificam com a bandeira do arco-íris.  

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Tim 

Para terminar, vamos comentar o caso da Tim. Saiba que esta operadora de telefonia móvel tem excelentes programas para ajudar no encaminhamento profissional de pessoas da comunidade LGBTQIA+. 

Além de capacitação e treinamento, a empresa disponibiliza apoio psicológico, assistência jurídica gratuita para funcionários vítimas de situações de violência de gênero e folga remunerada para os colaboradores em processo de transição, com possibilidade de tirar licença remunerada.

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Fontes: IG e Forbes. 

Uma jornalista de 23 anos, nascida e criada no quadradinho. Encantada por literatura e todas as formas de comunicação. Antes de atuar como redatora, participei dos programas de estágio do Ministério da Justiça, da Defensoria Pública do Distrito Federal e da Câmara dos Deputados. Atualmente, ocupo o papel de estudante, mais uma vez, fazendo especialização em Comunicação Organizacional e Estratégias Digitais no Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB).
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