Dinheiro esquecido: o que esperar da segunda fase de pagamentos?

A segunda fase de pagamentos de dinheiro esquecido foi adiada. Saiba o que esperar da segunda rodada e mais!

O Banco Central (BC) criou e lançou o chamado SRV, que é o Sistema de Valores a Receber, que permite ao cidadão fazer consultas a respeito de valores “esquecidos” no banco. A segunda fase de pagamentos deveria ter começado no dia 2 de maio, mas foi adiada.

Ainda não há previsão para o início da segunda rodada de pagamentos e é preciso saber o que esperar dela.

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Nesta matéria do NoDetalhe, você fica sabendo o que esperar da segunda fase de pagamentos de dinheiro esquecido, de onde vêm esses valores e mais. Confira!

O que esperar da segunda fase de pagamentos do Dinheiro Esquecido?

Dinheiro esquecido: o que esperar da segunda fase de pagamentos?
A segunda fase de pagamentos de dinheiro esquecido foi adiada. Saiba o que esperar da segunda rodada e mais! (Imagem: Pixabay/Divulgação)

A segunda fase de pagamentos de valores a receber deveria ter começado no dia 2 de maio, mas acabou sendo adiada e até então não há previsão para a retomada dos pagamentos.

O motivo por que os pagamentos foram adiados é a greve dos servidores do Banco Central em nome da reivindicação do reajuste salarial e reestruturação de carreira, que começou no mês de abril e segue por tempo indeterminado.

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Também é importante observar que haverá algumas mudanças da primeira fase de pagamentos de dinheiro esquecido para a segunda. As alterações definidas no Sistema de Valores a Receber até então são as seguintes:

  • Não haverá mais necessidade de agendamento, sendo possível que o cidadão solicite o resgate dos recursos no momento da primeira consulta;
  • O sistema passará a contar com informações novas repassadas pelas instituições financeiras. Sendo assim, até mesmo aqueles que já resgataram seus recursos e quem não tinha valores a receber na primeira etapa de pagamentos devem fazer nova consulta ao sistema, tendo em vista os dados serão atualizados e pode ser que haja recurso novo para ser resgatado.

A estimativa pelo Banco Central é que ainda há cerca de R$ 8 bilhões em valores esquecidos, prontos para serem resgatados pela população.

De onde vêm os valores a receber?

Muitas pessoas se perguntam de onde vêm os valores a receber. Também chamados de “dinheiro esquecido”, esses valores podem ser de recursos restantes de:

  • Contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível;
  • Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC;
  • Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;
  • Recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.

Para quem está precisando de um dinheiro extra para efetuar o pagamento de dívidas ou para a aquisição de um imóvel, solicitar o resgate dos valores a receber pode ser uma ideia.

O que acontece se o cidadão não fizer o resgate do dinheiro esquecido?

Como comentamos em outra matéria, o Banco Central afirma que os cidadãos que não realizaram o resgate na primeira fase de consultas ou que não tenham a intenção de solicitar o resgate do dinheiro esquecido agora não precisam se preocupar.

Isso porque, de acordo com a instituição financeira, esse dinheiro irá permanecer guardado pelo banco responsável por tempo indeterminado, até que o titular decida fazer o resgate.

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Ou seja, o dinheiro ficará à disposição da solicitação de retirada do cidadão a quem o valor pertence por direito. A instituição financeira não pode mexer no valor, reduzindo o saldo ou ações semelhantes.

Quem não estiver precisando de um dinheiro a mais com urgência, pode ser uma boa ideia manter o dinheiro guardado pelas instituições financeiras em que ele se encontra, até mesmo como uma reserva financeira, caso os valores sejam altos.

Veja também: Enem 2022: depois da inscrição, qual a próxima etapa?

Redatora WebGo Content e bacharelanda em Comunicação Organizacional na UTFPR. Fã de café à meia noite e amante de fotografia de paisagens naturais.
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