Startup ajuda pequenas e grandes empresas a economizar até 30% na conta de luz

Prepare os bolsos: um novo aumento da conta de luz deve vir por aí. Nesta semana, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pipetone, afirmou que haverá o reajuste da bandeira vermelha 2, o que vai aumentar os gastos com energia elétrica.

Neste mês de junho, o valor cobrado na bandeira vermelha é de R$6,24 a cada 100 kWh. Agora, a Aneel estuda fazer o reajuste para R$ 7,57 a cada 100 kWh. Essa possível alta no preço deve ser anunciada ainda neste mês pela agência. 

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Pepitone fez esses anúncios durante a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. Ele justificou os aumentos à crise hídrica no país. De acordo com o diretor-geral da Aneel, os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste estão quase vazios. Dessa forma, será necessário acionar as usinas térmicas, que têm um custo alto de produção de energia, para evitar o racionamento energético. 

Neste panorama, uma startup chamada Clarke quer ajudar as empresas a reduzirem os gastos com a conta de luz. 

O que  a Clarke faz para reduzir a conta de luz?

Startup Clarke possibilita redução dos custos da conta de luz para empresários. Entenda!
Startup ajuda empresários a reduzir gastos com a conta de luz. (Imagem: Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

A startup foi criada em janeiro de 2020 por Pedro Rio, Rodrigo Camargo e Victor Copque. O trabalho dela é fazer a adequação tarifária,  que pode levar a uma redução de até 30% na conta de luz corporativa. Ela também criou um marketplace para as empresas aderirem ao mercado livre de energia. 

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Atualmente, a Clarke conta com mais de mil contratos fechados com pequenas, médias e grandes empresas. Algumas delas são: Ambev, O Boticário, Burger King e Mobly. 

A startup começou os trabalhos analisando sete mil contas de luz de empresas. De acordo com esses estudos, mais da metade das companhias tinham problemas tarifários, que poderiam ser evitados. Cerca de R$ 30 bilhões são desperdiçados todos os anos por estarem em modalidades tarifárias não adequadas, de acordo com a Clarke. 

Assim, a startup entrou no mercado com o objetivo de avaliar o que vale mais a pena para as empresas brasileiras: fazer uma transição para a tarifa branca ou alterar a quantidade de energia contratada.

Com isso, os clientes da Clarke podem economizar de 10% a 30% nos gastos com conta de luz. 

Como a tarifa branca funciona?

A tarifa branca é uma opção válida para as pessoas ou empresas que gastam mais energia elétrica em períodos que não são de pico. 

“Se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia fora do período de ponta, diminuindo fortemente o consumo neste horário e no intermediário, a opção pela Tarifa Branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida.”, explica a Aneel.

Para consumidores residenciais, essa tarifa é vantajosa se a utilização do chuveiro elétrico, aquecedores e ar condicionados, por exemplo, fosse feita em horários que não são de ponta. O período fora de ponta é considerado o que é menos utilizado pela população para fazer uma determinada atividade. Por exemplo: as pessoas costumam usar o chuveiro elétrico pela manhã, antes do trabalho, ou de noite, ao voltarem para casa. Se o consumidor tomar banho em um horário alternativo, a tarifa branca pode ser uma boa opção. 

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Em estabelecimentos comerciais, a alteração para a Tarifa Branca pode ser um pouco mais complexa, de acordo com a Aneel. 

“A unidade comercial funciona nos dias úteis das 8h às 20h. No sábado, o consumo de energia ocorre no mesmo período, porém em menor quantidade. E o estabelecimento não abre aos domingos. Embora nos dias úteis o consumo na ponta seja baixo e nos finais de semana haja menor consumo de energia, para este consumidor, a adesão à Tarifa Branca não resultará em vantagem significativa, pois as contas nas duas modalidades são quase iguais.”, exemplifica a agência. 

Já em um estabelecimento que funciona 24 horas por dia, algumas alterações nos hábitos de consumo podem fazer com que a tarifa branca seja vantajosa. 

Fontes: InfoMoney, Poder 360 e Aneel

Formada em Jornalismo pela PUCPR. Atualmente está cursando Pós Graduação em Questão Social e Direitos Humanos na mesma instituição de ensino. Tem paixão por informar as pessoas e acredita que a comunicação é uma ferramenta que pode mudar o mundo!
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