PIX Saque e PIX Troco: novo mapa permite consultar onde modalidade está disponível

Você já usou o PIX Saque e PIX Troco? Um mapa foi criado para mostrar aos consumidores onde os serviços são aceitos em cada cidade.

O PIX Saque e PIX Troco foram apostas do Banco Central (BC) que ainda não vingaram completamente, ao contrário do PIX tradicional, que já é uma das formas de pagamento mais usadas no Brasil. De dezembro de 2021 a 31 de janeiro de 2022, 43 mil pessoas usaram os serviços para sacar e receber troco em estabelecimentos. 

O total de transações foi de 71,7 mil: 70,1 mil para saque e 1,6 mil para troco. Para que a população tenha conhecimento de quais locais aceitam as funcionalidades, a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e a Pay Ventures criaram o Mapa do PIX Saque e Troco. 

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Ele permite a consulta dos serviços em um grande mapa do país.  A ferramenta é gratuita e passa por atualizações a cada duas horas. 

O que mostra o Mapa PIX Saque e PIX Troco?

PIX Saque e PIX Troco: novo mapa permite consultar onde modalidade está disponível
Você sabe se na cidade os estabecimentos aceitam PIX Saque e PIX Troco? Então veja esse mapa! (Imagem: Mapa do Pix Saque e Troco / Reprodução)

Ao entrar no mapa e inserir a localização atual, ele mostra quais locais próximos oferecem os serviços do Banco Central. De acordo com a ferramenta, as regiões que mais têm estabelecimentos ativos são:

  • Norte de São Paulo: 2528 pontos;
  • Minas Gerais: 1562 pontos;
  • Santa Catarina: 1546 pontos. 

Já segundo o Banco Central, nos dois primeiros meses de funcionamento dessas funcionalidades do PIX, as cidades que mais registraram transações foram:

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  • Porto Alegre: 9,1%;
  • São Paulo: 3,6%;
  • Florianópolis: 2,7%;
  • Caxias do Sul: 2,6%;
  • Canos: 2,2%;
  • Brasília: 1,7%;
  • Viamão: 1,6%;
  • Gravataí: 1,4%;
  • Rio de Janeiro: 1,4%;
  • São Leopoldo: 1,1%. 

Como funcionam o PIX Saque e o PIX Troco?

O PIX Saque possibilita que os usuários cadastrados no PIX retirem dinheiro em qualquer ponto que ofereça esse serviço, como estabelecimentos comerciais, redes de ATMs compartilhados e outros participantes do PIX, por meio de seus ATMs próprios. 

Para fazer o saque é bem fácil: o cliente faz um PIX para a loja, a partir da leitura de um QR Code ou a partir do aplicativo do prestador do serviço.

O PIX Troco é bem similar: o saque de dinheiro pode ser feito durante o pagamento de uma compra ao estabelecimento. Assim o cliente faz um PIX com o valor total da compra mais o saque que ele deseja fazer.  No extrato do cliente aparecerá o valor correspondente ao saque e ao valor da compra.

Os dois têm limite máximo das transações de R$ 500,00 durante o dia e de R$ 100,00 no período da noite, das 20 horas às 6 horas. A oferta das novas funções é opcional. Os estabelecimentos podem escolher se vão querer participar.

Quais são os benefícios dos serviços?

O Banco Central  ressalta que eles são interessantes pois agregam  serviços ao comércio, reduzem os custos com a gestão do dinheiro em espécie e aumentam o fluxo de clientes. Além disso, o modelo a ser seguido é flexível. 

Por exemplo, uma padaria pode definir que irá disponibilizar a retirada de recursos em espécie em dias úteis e aos sábados, de 14h às 18h, para transações de até R$ 100, em múltiplos de R$ 10, enquanto uma grande rede de supermercado ou um posto de gasolina pode optar por disponibilizar transações de saque todos os dias, de 8h às 22h, para transações de até R$ 500, em múltiplos de R$ 5.”, explica o BC. 

Quais são os custos dos serviços de saque e troco do Pix?

Os clientes do Pix Saque e Pix Troco, incluindo empresários individuais, não vão precisar pagar taxas para fazer essas transferências, se forem realizadas até oito transações mensais. Já o comércio que disponibilizar o serviço vai ter recebimento de uma tarifa, que pode variar de R$ 0,25 a R$1 por transação. 

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Esse valor depende da negociação com a instituição de relacionamento do estabelecimento comercial, pois será ela quem fará o pagamento dessa tarifa. O repasse das taxas será realizado até o 15º dia útil de cada mês. 

Formada em Jornalismo pela PUCPR. Atualmente está cursando Pós Graduação em Questão Social e Direitos Humanos na mesma instituição de ensino. Tem paixão por informar as pessoas e acredita que a comunicação é uma ferramenta que pode mudar o mundo!
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