Pix: 8 dúvidas mais comuns respondidas pelo No Detalhe

Confira quais são as 8 dúvidas mais comuns sobre o Pix, a resposta para todas e conheça mais sobre esse serviço!

Lançado em 2020, o Pix é um meio de pagamento eletrônico instantâneo criado pelo Banco Central. Pessoas físicas e jurídicas podem utilizá-lo para transferir dinheiro entre contas bancárias e pagar compras.

Um de seus diferenciais é a facilidade de transferência entre contas, sendo preciso informar somente um dado, a chave Pix. Além disso, outra característica que se destaca é o período de compensação da operação de 10 segundos.

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Como se trata de um serviço novo, é comum ter dúvidas sobre ele. Para sanar as principais de uma vez por todas, preparamos este artigo. Continue a leitura e descubra mais sobre essa função!

1. O que é o Pix?

Pix: 8 dúvidas mais comuns respondidas pelo No Detalhe

Trata-se de um meio de pagamento eletrônico e de transferências criado pelo Banco Central. Quando o cliente faz um Pix, o dinheiro é encaminhado para outra conta na mesma hora.

2. Como funciona o Pix?

O serviço facilita transferências, pagamentos e recebimentos de valores. Para usá-lo, basta abrir o aplicativo do banco em que possui conta, selecionar a opção “Pix” e escolher se deseja transferir valores ou cadastrar uma chave Pix.

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Sempre que fizer uma transação, deverá informar a chave e o valor que deseja transferir. Confira os dados e confirme se estão corretos, para evitar o envio de dinheiro para uma conta errada. Finalize a transação informando sua senha.

3. O que é a chave Pix e como ter uma?

A chave Pix é um código que representa e identifica sua conta bancária. É possível cadastrar como chaves o número de seu telefone, CPF, CNPJ e e-mail ou criar uma chave aleatória.

Quando for fazer uma transferência ou pagamento, basta informar a chave, ou seja, não há necessidade de digitar dados como banco, agência, conta, CPF, entre outros que são solicitados na TED e no DOC.

Precisa transferir dinheiro, mas não tem a chave do usuário? Sem problemas, também dá para fazer um Pix utilizando os dados da conta bancária.

Para criar uma chave é simples, é só acessar o aplicativo de seu banco, a seção Pix e selecionar o serviço de registro de chave. O app mostrará as alternativas disponíveis.

4. Qual a diferença entre Pix, TED e DOC?

O Pix é um método de pagamento e transferência instantâneo, com compensação em até 10 segundos. Além disso, é gratuito na maioria dos casos.

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Já a TED é a Transferência Eletrônica Disponível, que também é usada para enviar dinheiro para outras contas. É possível utilizá-la para transferir a partir de R$ 0,01 e não há limite de valor. Bancos normalmente cobram taxa por cada TED realizada.

O DOC, por sua vez, é o Documento de Ordem de Crédito. Trata-se de uma modalidade de transferência com compensação somente no dia útil seguinte e com valor máximo de R$ 4.999,99. Assim como a TED, o DOC também é pago.

5. É possível cancelar Pix?

Não! É importante lembrar que no Pix a transferência ocorre em tempo real, portanto, o dinheiro sai da sua conta e vai para a do recebedor em poucos segundos. Por isso, não dá para cancelar a operação depois de confirmá-la.

Caso faça um Pix para a pessoa errada, a sugestão do Banco Central é entrar em contato com o recebedor e negociar a devolução do valor. Se isso não surgir efeito, entre em contato com seu banco para verificar se há algo que possa fazer.

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Quer evitar esse problema? Então, sempre verifique todas as informações da transferência antes de confirmar a transação.

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6. Pix é pago?

Depende do perfil do cliente. Para pessoas físicas, é gratuito. Já para pessoas jurídicas, o banco pode cobrar taxas que costumam ser menores do que as incidentes em outras transações.

7. Quantos Pix consigo fazer por dia?

Não há limite de transações por dia, mas há limite de valor. Por exemplo, o limite noturno é de R$ 1.000,00 e você consegue transferir quantas vezes quiser, desde que não ultrapasse esse valor.

8. É possível parcelar o Pix?

O Banco Central deve lançar o Pix Garantido, que é uma função que permite o parcelamento. Mesmo que não tenha sido oficialmente lançado, alguns bancos já oferecem crédito para o consumidor parcelar seu pagamento.

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Entre essas instituições financeiras estão o Santander (cobra juros que começam em 2,09% ao mês), PicPay e Digio (permitem converter o saldo do cartão de crédito em Pix). Já o Mercado Pago cobra juros a partir de 2,5% ao mês.

Gestor de Projetos e Pessoas da WebGo Content. Especialista em SEO e novos Projetos. Formado em Relações Públicas (PUC/PR) e experiência de mais de 10 anos no Marketing Digital.
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